segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Projeto interdisciplinar Juventude.com - Quem sou eu?

Apresentar novas opiniões sobre os fatos, aceitar mudanças com mais facilidade, ser capaz de transformar são características da juventude que, se bem orientadas, podem trazer muitos benefícios a uma sociedade. Pensando nisso e, em consonância com o tema da Campanha da Fraternidade 2013 (“Fraternidade e Juventude”), a Equipe Pedagógica do Ensino Fundamental II propôs aos alunos o desenvolvimento do projeto interdisciplinar “Juventude.com”.

Os alunos do 6º ano, em especial, encontram-se no período de transição entre a infância e a adolescência - um momento em que se deparam com os primeiros conflitos em diversos aspectos (físicos, psicológicos e emocionais) - e precisam ser auxiliados a entender esse processo e a vivê-lo com plenitude para, no futuro, tornarem-se adultos responsáveis e conscientes de seu papel no mundo.

Para auxiliar os alunos nesse processo, com o objetivo de lhes propiciar o autoconhecimento e a conscientização sobre sua posição e importância na sociedade desde agora, os professores da série propuseram o subtema “Quem sou eu?”. Assim, a partir das questões problematizadoras: “Como se constrói uma identidade?” e “Como o meu passado influencia o meu presente e como o hoje define o amanhã?”, foram desenvolvidas diversas atividades em diferentes disciplinas e este blog foi criado para compartilhar esse processo com toda a comunidade do Sagrado.

Para dar início a essa partilha, disponibilizamos o vídeo apresentado aos alunos como atividade de sensibilização para o tema.

Esperamos que apreciem o trabalho!

Professores e coordenadoras do 6º ano


domingo, 29 de setembro de 2013

Dinâmica: Autorretrato

Quando os professores nos apresentaram o tema e os objetivos do nosso projeto interdisciplinar deste ano, vimos um vídeo sobre os jovens, e a Sandra nos comunicou quais as matérias participavam do projeto e o que iríamos fazer em cada matéria.

Depois, para iniciar as atividades relacionadas ao projeto “Juventude.com - Quem sou eu?”, fomos ao pátio e fomos orientados a fazer um desenho mostrando como nos víamos, um autorretrato. A sala gostou muito, foi uma experiência incrível!


Leonardo Ocanha



Confira os nossos autorretratos!








sábado, 28 de setembro de 2013

Para ler e refletir - Língua Portuguesa

Identidade

Às vezes nem eu mesmo
sei quem sou.
Às vezes sou
o meu queridinho",

às vezes sou 
"moleque malcriado".
Para mim
tem vezes que sou rei,
herói voador,
caubói lutador,
jogador campeão.
Às vezes sou pulga,
sou mosca também,
que voa e se esconde
de medo e vergonha.
Às vezes sou Hércules,
Sansão vencedor,
peito de aço,
goleador!
Mas o que importa
o que pensam de mim?
Eu sou quem sou,
eu sou eu,
sou assim,
sou menino.

                                 BANDEIRA, Pedro. Cavalgando o arco-íris. 4. ed. São Paulo, Moderna, 1991. pp. 8-9

 
Toda criança quer
Péricles Cavalcanti


Toda criança quer
Toda criança quer crescer
Toda criança quer ser um adulto
E todo adulto quer
E todo adulto quer crescer
Para vencer e ter acesso ao mundo
E todo mundo quer
E todo mundo quer saber
De onde vem
Pra onde vai
Como é que entra
Como é que sai
Por que é que sobe
Por que é que cai
Pois todo mundo quer...
In: PERES, Sandra e TATIT, Paulo. CD Pé com pé. MCD, 2004.
 
 


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Cartaz coletivo: "Quem sou eu?" - Perfil da turma



Durante o ano letivo, nós trouxemos imagens de objetos que tinham interesse, e partilhamos com a sala.

Depois, escolhemos uma colega e fizemos o contorno dela em um cartaz. Cada um colou a foto que trouxe e completamos o cartaz.

Foi um trabalho muito interessante, pois descobrimos o que cada um de nossos colegas gosta e pelo quê se interessa, além de trabalharmos em equipe.


Giovana Vasiunas






quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Para ler e se divertir - Língua Portuguesa



Dinâmica: "Objeto da Infância"

Dando sequência às atividades do projeto, realizamos uma dinâmica, em que todas as pessoas deveriam trazer um brinquedo ou outro objeto de que gostassem muito na infância. Na sala, cada um apresentou o seu objeto e explicou por que gostava tanto dele.

Os alunos da turma trouxeram muitas coisas diferentes, como bichos de pelúcia, mascotes de times e vários outros objetos.
           
Essa dinâmica foi muito legal, pois vimos que nossas características mudaram e que, antigamente, nós gostávamos de algumas coisas para as quais não ligamos tanto hoje em dia. Isso não significa que não podemos mais gostar dessas coisas, ainda gostamos, mas não como antigamente.

Foi muito legal lembrar um pouco da infância e foi também uma aula diferenciada e divertida.
           
            Mariana Cezar e Giovanna Macedo












quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Poemas sobre "infância" - Língua Portuguesa


 Para instigar nossos alunos na reflexão sobre a própria identidade, nessa fase em que estão deixando o período da infância para alcançar a adolescência, consideramos interessante propor atividades que os remetessem à fase infantil.
A infância é um tema ao qual muitos poetas e escritores recorrem na hora de escrever. Muitos desses autores, em seus textos, descrevem os lugares onde viveram, as brincadeiras com os amigos, a convivência com os familiares...
Dessa forma, disponibilizamos aos alunos, como fonte de inspiração, o poema “Infância”, de Carlos Drummond de Andrade, e um trecho do poema “Meus oito anos”, de Casimiro de Abreu.
E, em seguida, propusemos a criação de poemas sobre a própria infância, solicitando que pensassem em pessoas, lugares, objetos ou outros elementos que façam ou tenham feito parte da infância de cada um e selecionassem aqueles mais significativos para compor os poemas.
Leiam, a seguir, algumas das produções da turma!


A minha infância

Na minha infância,
era como qualquer criança:
eu adorava brincar
e depois queria dançar.

Na escola eu ia,
brincava e me divertia.
Às vezes, tinha que estudar,
mas eu queria era bagunçar.

No parque, tinha amigos
e também inimigos.
A minha infância era assim,
mas, infelizmente, teve um fim.


Amanda Cristino



Saudades da minha infância

Minha infância era bonita e colorida,
com carrinhos grandes, fazia a corrida.

Minha mãe sempre me avisava:
“— Mariana, você está parecendo menino!"
Mas eu nem ligava...
Porque eu também fazia coisas de menina

Fazia boneca de milho,
e escalava a árvore para pegar limão.
A infância é como uma criança:
divertida, ativa e sempre com muita emoção.


Mariana Cezar


Na infância

Na infância
tudo é só brincar,
ver os amigos
e sempre comemorar.

É ter um sorriso iluminado
feito um farol
e quando chove,
implorar para que venha o sol

É gostar de comer doce,
e levar a vida como uma canção...
Porque na infância:
amigos + família + brincadeiras = diversão.

Isabela Lago Miranda



terça-feira, 24 de setembro de 2013

Identidade - Espaço Vivido


Conhecer a história de lugares significativos em nossa vida permite reconhecer que somos parte dessa história. Além disso, aprofunda os conhecimentos já construídos a respeito das mudanças que ocorreram em nossa cidade, em função dos avanços tecnológicos, do modo como os agrupamentos humanos ocuparam o espaço urbano, das necessidades e anseios das pessoas para responder a diferentes demandas. Conhecer as mudanças, relacioná-las ao momento em que ocorreram, identificar algumas de suas causas é também perceber como o espaço geográfico é construído.

O bairro em que moramos é um lugar muito importante para cada um de nós, pois é nele que encontramos nossa moradia, a rua onde brincamos, o local de compras, onde vivem amigos e vizinhos.

Visando ampliar o conhecimento do espaço de vivencia dos alunos foi proposto, em geografia, o estudo do bairro.

Primeiramente os alunos fizeram um passeio com a família pelo bairro onde moram e registraram suas impressões e observações. Eles puderam observar com um olhar crítico o bairro em que vivem, seu aspecto, tipos de residências, serviços públicos nele realizados, entre outras situações. 

Na sequência, foi proposta uma pesquisa sobre a história do bairro de vivencia e entrevistas com antigos moradores do bairro. 

Leiam, a seguir, algumas das produções da turma!


Barra Funda



Passeio pelo Bairro

Eu moro na Barra Funda. No meu bairro temos atualmente um grande número de casas, prédios residenciais e comerciais também, destacando-se em número os residenciais.  Antigamente, havia muitas casas residenciais, e, com o passar do tempo, houve um aumento nas construções de prédios e comércio. É considerado um bairro de classe média, com residências simples e médias. No entanto, tem se destacado com construções luxuosas na parte nobre do bairro próximo às marginais e grandes avenidas. No percurso que fiz, observei duas áreas verdes: uma conservada e a outra não. As ruas estão bem pavimentadas e, às vezes, tem um tráfego de veículos (dependendo do horário). As calçadas apresentam boas condições e sinalização para carros e pedestres, que tem facilidade para atravessar as ruas com semáforos e passarelas.

               






        
            História do Bairro


Por volta de 1850, a área da Barra Funda era a grande chácara Carvalho, que pertencia ao Conselheiro Antônio Prado. A região nasceu de urna, divisão do sítio Iguape de propriedade do Barão de Iguape. Para ter uma ideia da grandeza de tal chácara, Prado contratou Luigi Puci, o responsável pelo projeto do Museu do lpiranga, para fazer o projeto da sede (a Casa Grande da chácara). Ela ainda existe e é ocupada por uma escola católica.
Antigamente, a barra do Tietê na região era muito funda e, por isso, deram o nome do bairro de Barra Funda. Nos últimos anos do século 19, a chácara foi loteada e, por estar próxima do centro e receber trilhos da São Paulo Railway em suas terras, cresceu rapidamente, juntamente com os trilhos e os moradores, vieram também às indústrias que fez a região crescer rapidamente.

Fonte: http://sampa.art.br/bairros/barrafunda/

     

Hoje 


 Antigamente



Entrevista com morador antigo do Bairro


Célia Carvalho 
(vizinha – moradora do meu prédio)


Segundo a entrevistada Célia, antigamente a vida era bem diferente de agora na Barra Funda: as crianças podiam brincar nas ruas sem preocupação com a violência, os meios de transporte principais eram: trem, bonde e bicicletas, e a maior parte das moradias eram casas residenciais. Os problemas enfrentados na época eram devido às enchentes que os moradores enfrentavam devido à área, que por ser baixa, inundava com facilidade com as cheias do rio Tietê. Com o passar do tempo e investimento do governo local em obras de canalização e pavimentação, o bairro cresceu muito com a construção de comércios, prédios e grandes obras como: Memorial da América Latina, Terminal Barra Funda e Fóruns Criminal e Trabalhista, entre outros.  Hoje é um bairro que, apesar da violência que temos nas ruas, como em qualquer bairro da cidade de São Paulo, é um ótimo local para se morar.

 Amanda dos Santos Cristino


                                           
Pompeia



Passeio pelo Bairro


No meu bairro há mais prédios do que casas e a maioria dos prédios são de uso residencial e pertencente à classe média e alta. As casas que ainda restam são, em grande parte, estabelecimentos comerciais que ficam espalhados pelo bairro ou concentrados em algumas ruas, como por exemplo, a Rua Afonso Bovero.
O bairro é bem arborizado, mas a única área verde que se encontra é o Parque da Água Branca, em bom estado de conservação. As árvores do bairro precisam de uma atenção maior, pois muitas vezes caem por falta de cuidados e infestação de insetos.
As ruas são totalmente pavimentadas e dependendo do local existe ou não um tráfego intenso de veículos. Existem várias feiras de rua, uma delas na Rua Tucuna, às sextas-feiras. Essas feiras prejudicam bastante o tráfego.
As condições gerais do bairro são boas, com exceção das ruas onde não existem faróis para facilitar a travessia dos pedestres. As calçadas são pavimentadas, contudo apresentam muitos desníveis e buracos prejudicando o deslocamento das pessoas, principalmente os mais velhos e pessoas com deficiência física.
O Bairro tem boa infraestrutura de comércio, hospitais, escolas, entre outros.


   História do Bairro

Em torno de 1910 surgiu um loteamento dividindo as chácaras anteriormente existentes no que hoje é o Bairro da Pompéia. O responsável por esse loteamento, o empresário Rodolpho Miranda, fez uma homenagem a sua esposa chamada Aretusa Pompéia, batizando o novo bairro como o nome de Vila Pompéia. Vários imigrantes foram atraídos pelas indústrias que se instalaram na região e adquiriram lotes, onde fixaram suas residências.
Em 1920 uma graça concedida ao casal Cláudio de Souza e Luiza Leite de Souza, na cidade de Pompéia na Itália, fez com que o casal, retornando ao Brasil erguesse uma capela com a imagem de Nossa Senhora do Rosário. Essa capela, mais tarde, foi entregue aos padres camilianos e em 1928 em seu lugar começou a ser construída a Igreja Nossa Senhora do Rosário de Pompéia.
A região cresceu bastante depois da chegada dos padres Camilianos. O Padre Inocente Radrizanni foi um dos primeiros Camilianos a virem para o Brasil. Ele se encantou com a região e construiu a primeira Casa dos Camilianos, o primeiro seminário e logo em seguida a policlínica.
A história da família Matarazzo tem muita influência na evolução da Vila Pompéia, já que sua principal indústria foi construída no terreno de frente para o que hoje é o Shopping Bourbon (lugar em que, até meados dos anos 90, ficava o Shopping Matarazzo), atraindo muitas pessoas pela oferta de empregos.
O futebol chegou ao Brasil no século XIX conquistando rapidamente a população, inclusive no bairro da Pompéia, onde vários times foram organizados.
O Parque Antárctica, de propriedade da Companhia Antárctica Paulista foi inaugurado em 1902 com bosque, campo de futebol e um restaurante, servindo de lazer para famílias mais ricas.
Em 1917 o Palestra Itália, fundando pelos imigrantes italianos, adquiriram os terrenos do parque, porém, durante a segunda Guerra Mundial, com medo de represálias, o nome foi alterado para Sociedade Esportiva Palmeiras.
A Sociedade Esportiva Palmeiras foi muito importante para unir gerações em torno do esporte e colaborar para o estabelecimento de amizades entre as famílias.
Em 1930 escolas maiores começaram a ser criadas como o Grupo Escolar da Vila Pompéia que deu origem à Escola Miss Browne em 1942 e Colégio Sagrado Coração de Jesus.
A partir de 1970 importantes movimentos e espaços culturais surgiram como a Escola de Samba Águia de Ouro e o SESC Pompéia.
Assim, desde seu surgimento o bairro Pompéia vem passando por diversas transformações, inicialmente um bairro horizontal com suas casas e sítios e hoje, um bairro verticalizado pelos modernos edifícios.

Fonte: http://integrapompeia.blogspot.com.br/p/historia-da-pompeia-02.html




Foto de 1972 mostra a avenida Pompeia quando o bairro tinha apenas 62 anos



Imagem aérea de 1964 mostra o estádio do Palmeiras, conhecido como Palestra Itália, na zona oeste da capital paulista


 A Casa das Caldeiras, na avenida Francisco Matarazzo, construída na década de 20. A Casa das Caldeiras foi tombada em 1986 como edificação remanescente das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo.



AVENIDA POMPÉIA – 1947, esquina com rua Cajaíba



Depoimentos

Márcia Margarida de Oliveira
42 anos

O bairro era muito residencial, muitas casas do tipo germinadas, de construção mais antiga não as modernas como de hoje. Atualmente o bairro tem passado por grandes transformações principalmente na construção de prédios luxuosos, como foi o caso da casa onde viveu que vendeu para uma construtora que construiu um prédio de luxo. Outra mudança que ocorreu foi que os antigos comércios como bazar, papelaria, lavanderia entre outros, transformaram-se em "Barzinhos", Casa de Espetos e também aquelas lanchonetes diferentes que, por exemplo, vendem açaí na tigela. Também tem Casa de Pastel, Comida Mexicana. Percebeu que muitas pizzarias encerraram suas atividades. Nesse período também foi construído o Shopping Bourbon que contribuiu para a intensificação do trânsito local. Deve ser considerado também o aumento considerável de moradores na região. Em 2006 morou quatro meses na casa da mãe e percebeu que o Bairro se tornou mais caro, em comparação a Região onde mora hoje. Também ressalta que a infraestrutura do Bairro está afetada principalmente nos períodos de chuva, onde lugares que não alagavam agora sofrem todos os anos. Lembra-se do DIC - Loja de calçados e que atualmente são as lojas Americanas, World Tennis e Barreds. Também existia a fábrica da Petybon onde se comprava biscoito direto da fábrica. O comércio na Av. Professor Alfonso Bovero tem se modernizado (lojas mais atuais), porém muitos prédios ainda permanecem desde sua construção. Também houve o crescimento de ampliação das Instituições de Ensino, como o Colégio EMECE (ampliou sua infraestrutura e Unidades). O Bairro tinha sua constituição populacional de idosos hoje acredita que são mais jovens que o ocupam. Era um Bairro praticamente residencial, hoje com outra característica: mais movimento tendo em vista a instalação dos barzinhos e assim frequentado por gente mais jovem (entre seus 20 - 40 anos). Das suas tradições não se pode esquecer a Feira de Artes da Pompéia que já está na sua 26ª edição. Outra observação é a Igreja da Pompéia que se modernizou e ampliou suas instalações. Apesar de o bairro ter sido invadido por um comércio mais atual, percebe-se que a Av. Pompéia ainda permanece com suas características de antigamente, com casas de grande porte, porém transformadas em escritórios e comércio.


Angela Célia Garcia
48 anos

Era um bairro tranquilo, as pessoas punham cadeiras nas calçadas de noite para conversar. Havia poucos prédios, lembra-se de existirem somente 4 ou 5 deles nos anos 1970. Perto de onde ela morava, havia a padaria, a banca de jornal, e uma pequena lojinha que vendia de tudo. Conheciam os comerciantes e eles os conheciam. As feiras livres na rua já existiam. A mãe fazia todas as compras lá e os feirantes entregavam em casa. Com o tempo o comércio aumentou, muitas casas foram demolidas para dar lugar a inúmeros edifícios altos, mais escolas, novos supermercados, bares, restaurantes. O trânsito também está mais intenso. Já o transporte público diminuiu sensivelmente. O motivo dessas mudanças é o aumento da cidade e da população. Viam pouca televisão e não existia o computador. Dormiam cedo para aproveitar bem o dia e sempre encontravam companhia para alguma atividade. Havia o clube Palmeiras, um cinema na Rua Cotoxó e brincavam nos quintais ou mesmo na rua. Em fins de semana havia bailes no clube. De dia usavam a piscina, as quadras e todos os espaços para diversão. Para se locomoverem utilizavam ônibus ou, distâncias curtas a pé. Por um período foi à escola a pé, pois ficavam a uns cinco quarteirões da sua casa. Depois, foi estudar perto da Av. Paulista e tomava ônibus. Lembrou-se que os ônibus passavam de cinco em cinco minutos. Hoje chega a esperar 40 minutos por um ônibus. O maior problema enfrentando e que persiste até hoje são as enchentes na Rua Turiassú.



Gabriel Antônio Alvim D’Arco

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

"A princesa feiosa e o bobo sabido" - Língua Portuguesa

“A Princesa Feiosa e o Bobo Sabido”

Como uma das atividades do Projeto Interdisciplinar, realizamos a leitura da obra “A princesa feiosa e o bobo sabido”, de Margaret Gray, Editora Cia das Letras.

No livro “A princesa feiosa e o bobo sabido”, a princesa Rosa, que nasceu feia, em meio a uma população de pessoas e, principalmente, princesas muito bonitas, nunca havia se importado com a sua aparência, até perceber que poderia ser desprezada e excluída devido ao fato de ser feia. A partir daí, ela começa a pensar mais na beleza exterior, não na interior, que é a que realmente importa.

No Projeto Interdisciplinar, estamos aprendendo sobre quem somos, mas não por fora, e sim por dentro. Isso acontece com Rosa, que, antes de conhecer o Príncipe Salsa, se importava com seu caráter e sua sabedoria. Hoje, o mesmo acontece conosco quando queremos ser reconhecidos pelo o que temos e pela aparência, além do medo de ser excluído pela sociedade.

Antigamente, o número desses acontecimentos era menor: todos interagiam juntos, conversavam juntos e não havia o ato de formação de pequenos grupos. Mas os tempos são outros. Outras pessoas, outros hábitos e outros jeitos de pensar.

E é isso o que o Projeto Interdisciplinar procura nos ajudar a entender: “Quem sou eu?”.


Beatriz Watanabe Horikawa e Sofia Ferreira Zava

domingo, 22 de setembro de 2013

Producción en español

Abajo presentamos algunas producciones...

 Gabriela Dinhani


 Maísa e Victor


Bruno e Sofia